QUENTAL, Antero de, Ponta Delgada, 1842 – Ponta Delgada, 1891

De WikiEducacao

BIOGRAFIA


                                                     Imagem:Antero.jpg


“A poesia é a confissão sincera do pensamento mais íntimo de uma idade.” Antero de Quental


Antero Tarquísio de Quental, foi um escritor e poeta açoriano. Nasceu em Ponta Delgada, na Rua do Lameiro, hoje Rua de Castilho, a 18 de abril de 1842, filho de Fernando de Quental e de Ana Guilhermina da Maia, ele açoriano, ela natural de Setúbal. Recebeu dos seus progenitores a nobreza de sangue e o gosto tradicional das letras e a educação cristã. Destaca-se, seu pai, Fernando de Quental, um dos «Bravos do Mindelo»; entre os membros da sua família, seu avô André da Ponte, militar e poeta, amigo de Bocage e seu companheiro nas tertúlias, e por fim com valores mais espirituais o Venerável Fr. Bartolomeu de Quental, fundador da Congregação do Oratório em Portugal Iniciou os estudos na sua terra natal, veio para Lisboa onde frequentou as aulas do estabelecimento de ensino fundado e dirigido por António Feliciano de Castilho. Antero bacharelara-se em Direito na Universidade de Coimbra, em 1864. Em 1869, partiu para Paris, uma tentativa fracassada, que nem ajudou a saúde, nem o favoreceu a actividade por falta de adaptação. "Eu, por mim – disse-o na véspera da partida – vou mais com o ânimo sossegado de quem cumpre um dever do que com o coração alegre de quem segue uma esperança."1

Desde 1860 que o jovem poeta se tornara conhecido no mundo literário, com pensamentos e emotividade que se esperariam em poemas, comentários e esboços de ensaios para jornais e revistas- o Académico, os Prelúdios Literários, o Fósforo, Séc. XIX. Que se encontra atualmente reunidos no volume de poesia – Raios de extinta luz- e no primeiro livro de Prosas. A publicação da primeira edição das Odes Modernas em 1865, além de conter um ou outro poema, também os Sonetos da chamada edição Stenio.2

A Odes Modernas marcou a Antero do Quental um lugar de destaque nas letras portuguesas. Deste livro se fez segunda edição no Porto em 1875, contendo varias composições inéditas. Às Odes Modernas, de Antero, Vieira de Castro, escrevia "Eu que, a poder de cinquenta anos de desatinos, aprendi ao menos moderação, e só por ela valho hoje, se alguma coisa valho, declaro todavia, com a mão na consciência, que nem mesmo aqui, nem mesmo contra estas três auspiciosas esperanças literárias, o denodo de censor me parece repreensível e muito menos útil. Uma de duas: ou cada um destes três mancebos é perfeito ou não; se é perfeito, ninguém tema por eles; são três águias que nasceram adultas (…) Se, porém, não nasceram com o inaudito privilégio de perfeitos (e tenho por certo que nenhum deles imagina) (…) que lhes fez a crítica senão antecipar-lhes de certo modo a experiência? Conspirar com eles mesmos para a boa fama, que nunca se conquistou sem sacrifícios? (…) Deixando de parte, por agora, Braga e Quental, de quem, pelas alturas em que voam, confesso, humilde e envergonhado, que muito pouco exagero, nem atino para onde vão, nem avento o que será deles, afinal, por Vieira de Castro digo o que o próprio Pinheiro Chagas nunca se lembrou de contestar-lhes: que é um talento verdadeiro, grandioso, exorbitante, e de um futuro que me parece cobiçável."3

Mas o acontecimento de maior "repercussão e transcendentes resultados, de quantos em Coimbra fizeram da atividade literária de Antero um episódio decisivo na marcha da cultura portuguesa, foi a célebre Questão Coimbrã, ou Questão do Bom Senso e Bom Gosto.”3 Da “Questão Coimbrã”, que, na generalidade, “opôs os defensores das duas escolas, a tradição e o conservantismo da pedagogia de Castilho, e a renovação e o pré-realismo ideológico, as duas “frentes”, ora pela escrita literária, ora pela crítica judicativa, estabeleceram-se como soldados em suas trincheiras. Grandes nomes emergiram do seu isolamento social e cultural."4

Entretanto, promoviam-se em Lisboa, no salão do Casino Lisbonense, as “Conferências do Casino Lisbonense” perante centenas de curiosos, a defender fundamentadamente os seus pontos-de-vista na educação cívica, na psicologia do ensino, nas artes da literatura, no cooperativismo das classes. Numa das “Cartas”, Antero de Quental deixou registado os seus propósitos: - "Seremos, em religião, pelo sentimento criador do coração humano, contra os muitos tradicionais das teologias. Seremos, em política, pelo governo do povo pelo povo. Em sociologia, pela emancipação do trabalho. Em literatura e arte, pelo fim social e civilizador da arte. Só dentro disto é que todas as opiniões são perfeitamente livres.5 Os mentores principais deste propósito ideológico, juntos constituíram o Grupo dos Cinco, para honra de Quental, de Eça de Queirós, de Ramalho, de Oliveira Martins e de Guerra Junqueiro, o mais incrível e insuperável de quantos homens de Pensamento e da Arte, num período único da História da Cultura Portuguesa, dominarão por muitos anos os horizontes das letras e das ideias."5

No ano de 1874 chegava a gravíssima doença nervosa para a qual procurou cuidados médicos de Sousa Martins, Curry Cabral e Charcot. Foram abandonados vários projetos, ao mesmo tempo que se intensificavam as incertezas filosóficas sobre a existência, aumentadas pelas sombras do pessimismo. Intermitentemente, o poeta, o prosador e o cidadão continuava ativo. A residir em Vila do Conde desde 1881, aí encontrou a calma oportuna à meditação filosófica sobre questões morais e intelectuais que o ocuparam insistentemente. Antero de Quental sofria de bipolaridade e devido ao seu estado decidiu regressar aos Açores. Efetivamente, em 5 de junho de 1891, foi para Ponta Delgada onde acabaria por dar fim à sua vida. Segundo o autor, "assim o fez, a 11 de setembro de 1891, «vestido excepcionalmente de preto», entra num estabelecimento, protestando que «morava no campo e precisava de uma arma para afugentar algum malfeitor», comprou uma, que o próprio caixeiro lhe ensinou a manejar. E no pequenino, sossegado Largo de S. Francisco, sentado num banco junto à cerca do convento da Esperança, onde ela é decorada pela âncora simbólica, em relevo, pintada a azul (…)."6

Antero Tarquísio de Quental, morre a 1891, segundo o autor "o suicídio tem o valor de resposta exorbitante a dois excessos mortais do seu intenso viver: a cândida entrega à vitória final do Bem e a radical angústia quanto ao seu ansiado advento. Sagrou-se assim como o menos retórico de quantos poetas e prosadores povoam a literatura portuguesa."7


IMAGENS




Imagem:Ca.jpg Fig.1- Casa onde nasceu Antero de Quental, Rua do Lameiro, actualmente Rua Castilho, Ponta Delgada.




Imagem:Pais.png

Fig.2- Ana Guilhermina Maia e Fernando de Quental, pais de Antero de Quental.







Imagem:Coimbra.png Fig.3- Coimbra no tempo de Antero, onde frequentou o Colégio de S. Bento, antes de entrar em Direito.






Imagem:Novo.png Fig.4- Antero, aos 22 anos, quando acabou Direito.





Imagem:Fachada.png Fig.5- A Universidade de Coimbra que Antero frequentou, de 1858 a 1864.





Imagem:7.jpg Fig.6- O Grupo dos Cinco, a partir da esquerda: Eça de Queirós, Oliveira Martins, Antero, Ramalho Ortigão e Guerra Junqueiro.




Imagem:Attila.jpg Fig.7- Capa O Attila,1863.






Imagem:9.jpg Fig.8- Livraria Portuense, que editou os Sonetos Completos.






Imagem:No.jpg Fig.9- O retrato de Antero de Quental, de 1884.






Imagem:11.jpg Fig.10- Antero de Quental, 1887.




Imagem:12.jpg Fig.11- O banco do “sacrifício” e a âncora da “esperança”.







Imagem:Ocidente.png Fig.12- Página da revista O Ocidente, de 1 de outubro de 1891, assinalando a morte de Antero de Quental.







Imagem:14.jpg Fig.13- Antero “Imortal”, segundo o pintor famoso Abel Manta. (Museu Rafael Bordalo Pinheiro)





OBRAS ESCRITAS POR ANTERO DE QUENTALA Dignidade Das Letras E As Literaturas Oficiais. • Tendências Gerais Da Filosofia Na Segunda Metade Do Século XIX. • Odes Modernas (1855) • Primaveras Românticas (1872) • Sonetos Completos (1886), 23Pg. • Raios Da Extinta Luz (1892), 42 Pg.


Os Sonetos Completos de Antero de Quental:Os captivos • Os vencidos • Entre sombras • Hino da manhã • A fada negra • Ignoto Deo • Lamento • Poz-te Deus sobre a fronte a mão piedosa • A Santos Valente • Tormanto do Ideal • Aspiração • Se comparo poder ou ouro ou fama • Psalmo • No céu, se existe um céu para quem chora • Se é lei, que rege o escuro pensamento • Só! - Ao ermita sozinho na montanha • Sempre o futuro, sempre! e o presente • Por que descrês, mulher, do amor, da vida? • Não me fales de glória: é outro o altar • Só males são reais, só dor existe • Não busco n'esta vida glória ou fama • Ad amicos • A um crucifixo • Desesperança • Beatriz • Amor vivo • Visita • Pequenina • A Sulamita • Sonho oriental • Quinze anos • Idílio (Antero de Quental) • Noturno (Antero de Quental) • Sonho (Antero de Quental) • Amaritudo • Abnegação • Aparição • Acordando • Mãe... • Na capela • Velut Umbra • Mea culpa • O Palácio da Ventura • Jura • Ideal • Enquanto outros combatem • Despondency • Das Unnennbare • Metempsicose • Uma Amiga • A uma mulher • Voz do Outomno • Sepultura romântica • A idéia • A um crucifixo • Diálogo (Antero de Quental) • Mais luz! • Tese e Antítese • Justitia Mater • Palavras d'um certo Morto • A um poeta (Antero de Quental) • Hino à Razão • Homo • Disputa em familia • Mors liberatrix • O Inconsciente • Mors - Amor • Estoicismo • Anima mea • Espiritualismo • O Convertido • Espectros • Á Virgem Santissima • Nox • Em viagem • Quia aeternus • No turbilhão • Ignotus • No circo • Nirvana • Consulta • Divina comédia (Antero de Quental) • Visão • Transcendentalismo • Evolução • Elogio da Morte • Contemplação • Lacrimae Rerum • Redenção • Voz interior • Lucta • Logos • Com os Mortos • Oceano Nox • Comunhão • Solemnia Verba • O que diz a morte • Na mão de Deus


Poemas escritos por Antero de Quental:A fada negra • A idéia (Antero de Quental) • A Santos Valente • A Sulamisa • A um crucifixo • A um poeta (Antero de Quental) • A uma mulher (Antero de Quental) • Abnegação • Acordando • Ad amicos • Amaritudo • Amor vivo • Anima mea (Antero de Quental) • Aspiração (Antero de Quental) • Com os Mortos • Comunhão • Consulta • Contemplação (Antero de Quental) • Das Unnennbare • Desesperança • Despondency • Disputa em familia • Divina comédia (Antero de Quental) • Evolução (Antero de Quental) • Hino à Razão • Idílio (Antero de Quental) • Intimidade • Lacrimae Rerum • Mors - Amor • Na mão de Deus • Noturno (Antero de Quental) • Nox • O Convertido • O Palácio da Ventura • O que diz a morte • Oceano Nox • Primeiros Conselhos de Outono • Se é lei, que rege o escuro pensamento • Solemnia Verba • Sonho (Antero de Quental) • Só males são reais, só dor existe • Transcedentalismo • Uma Amiga



CARACTERÍSTICAS ROMÂNTICAS EM ANTERO DE QUENTAL 'Óscar Lopes, descreve "os poemas extensos (odes ou alegorias) oscilam entre um romantismo humanitarista polémico e um romantismo de negrume pessimista e noturno. [...] [Há, a nível estilístico,] um importante lastro romântico, mesmo nos sonetos, que são uma forma de tradição clássica [em Antero com algumas raízes camonianas]. [...] É ainda virtualmente «elmanista» [um Bocage que Antero repudiou] todo o lançamento grandiloquentemente visionário de alguns sonetos [...], certos grandes rasgos sentimentais, os cenários fantasmagóricos do terror crepuscular ou noturno, a obsessão da morte, a multiplicidade de personificações, ou mitificações, de maiúscula inicial bem como o alegorismo a que dão ensejo. [...] Mas há ainda talvez mais evidentes estigmas de um romantismo visionário, como o claro-escuro [...] do vocabulário predilecto."8

Para António Afonso Borregana, "tal como o cristianismo, Antero vê o Amor e a Justiça para lá da morte; só que, para o cristianismo essa redenção é operada não apenas pela. força e boa vontade do homem, mas também, e sobretudo, pelos méritos de Cristo crucificado, e, para Antero, é a evolução necessária e fatal da humanidade (o evoluir da Ideia idealista-racionalista) em direção a esse ideal de Justiça e Amor, pressupondo sempre a luta e a morte dos heróis."9



LINHAS TEMÁTICAS DOS SONETOS DE ANTERO QUENTAL  A expressão do amor: o amor espiritual Nestes, Antero canta os seus amores, espiritualizados, à semelhança de Petrarca. Existe nos poemas a adoração renunciada do Eterno Feminino. Os textos poéticos «Abnegação», «Ideal», «Idílio» inscrevem-se nesta linha temática.  As preocupações sociais, as ideias revolucionárias A decadência da burguesia num capitalismo de especulação que nada produzia faz com que Antero apele para: a Justiça, o Pensamento, a Ideia (que será a luz do mundo), a revolta e a luta (até tudo estar no seu lugar), o trabalho (de que alguma coisa ficará), o Cristo (avô do povo), a liberdade (sob o império da Razão). Sob esta égide encontram-se os sonetos «A um poeta», «Evolução», «Hino à Razão», «Tese e Antítese», «A Ideia» e muitos outros.  O pessimismo e a evasão O pessimismo manifesta-se em 1874 e desenvolve-se desde 1876 a 1882; acaba nos anos imediatos e em 1886 deixava o poeta, sem nostalgia, numa região espiritual já percorrida. Nos sonetos deste período vê-se a dor em todo o lado e ouve-se continuamente dizer que é preferível o «não ser» ao «ser como é». Vêem-se já influências de (Hartmann e do budismo).10

É o pessimismo que leva Antero a evadir-se, a fugir para-além de tudo o que existe e o faz sofrer. Procura refugiar-se num mundo indefinido, longínquo e vago, na ação material, absorvente e enérgica, num sono no colo da mãe, no desprendimento do sensível, na aspiração a um Deus clemente, que o leve para o Céu. Estes temas são visíveis nas composições poéticas «O Palácio da Ventura», «Mãe», «Despondency», «Nox», entre outras.  A metafísica, Deus e a morte A leitura de Proudhon e Hegel, o falecimento de pessoas queridas e a sua enfermidade levaram-no a meditar na morte, que é considerada sob vários aspetos: morte liberdade; morte fim de todos os sofrimentos; morte irmã do amor e da verdade; morte consoladora das tribulações; morte berço onde se pode dormir; morte paz santa e inefável. Referentes a esta temática encontram-se, por exemplo, os sonetos «A um crucifixo», «Na mão de Deus», «À Virgem Santíssima», «Solemnia Verba».11


BREVE ANÁLISE DE EXCERTOS RETIRADOS DA OBRA OS SONETOS COMPLETOS DE QUENTAL (1886) Quental olhava a morte como consequência da procura do homem pela perfeição e também como a afirmação do espírito, este queria alcançar a indiferença. Atingiu o estado de espírito ideal, desprendendo-se do individualismo, sensibilidade e logo chegou ao “vazio”, buscando o esquecimento absoluto e existencial. Essas ideias originaram a obra “Nirvana”: “ Para além do Universo luminoso, Cheio de formas, de rumor, de lida, De forças, de desejos e de vida, Abre-se como um vácuo tenebroso." Conceitos de evasão e morte: seu pessimismo repudiava a si mesmo, a religiosidade e os valores éticos e estéticos. O anteriano é dominado pelo egoísmo, instinto e paixões. É na comunidade que ele se conhece e depara com outros seres humanos, confrontando situações em que domina: dor, tédio, morte, ilusão e desengano. Na estrofe a seguir, do poema “Evolução”, o homem debate sua origem: “Hoje sou homem – e na sombra enorme Vejo, a meus pés, a escada multiforme, Que desce, em espirais, na imensidade.” Passada a fase do pessimismo, descobriu na Virgem Santíssima uma proteção; tinha Ela como figura materna, sendo que antes a considerava um mero símbolo. Segundo Oliveira Martins “... A visão é a Virgem Santíssima, e a poesia é tão sincera, tão verdadeira, tão cheia de piedade que... um monge cristão escreveria isto. E Antero de Quental nem é cristão, nem crê em Deus, nem na Virgem...”.12

Indo ao encontro do autor, segue uma estrofe da poesia “Mãe”:

“Descuidada, feliz, dócil também, Se eu pudesse dormir sobre o teu seio, Se tu fosses, querida, a minha Mãe.” Passado o período de pessimismo, Antero voltou com o sentimento do “Bem” – momento mais íntimo da evolução do ser humano que o homem deve seguir – o qual em sua fase anterior não era praticado e encontrou explicações para suas dúvidas anteriores. “Porém, as diferenças na sua poesia eram gritantes, de acordo com o seu estado de espírito. Foram temas de seus poemas: o amor puro e carnal, a revolta contra os princípios de Portugal, o desejo de morte, a busca por um estado de espírito ideal, a Virgem Santíssima, o pessimismo, a metafísica e o homem na sociedade. Toda essa contradição de sentimentos em versos, torna-o um dos grandes poetas da literatura portuguesa, um autor eclético que conseguiu expressar todas essas fases de sua vida em suas obras, afirma Fernando Silva numa das suas obras.13


ALGUNS LIVROS DO AUTOR




Imagem:Livroo.jpg Fig.I- A 1.ª edição Os Sonetos Completos de Antero de Quental, 1886.





Imagem:Li.jpg Fig.II- Capa da 2ª Edição das Odes Modernas de Antero Quental, Porto 1875.







Imagem:Vro.jpg Fig.III- Capa da obra A philosophia da natureza dos naturalistas, 1894.






Imagem:Quen.jpg Fig.IV- Capa da obra Sonetos,1881.






Imagem:Tal.jpg Fig.V- Capa dos Raios de extincta luz,1892.














BIBLIOGRAFIA CONSULTADA

1]Simões, A. M. (1ª edição: dezembro:2006). Antero de Quental – Redivivo. Edição do Autor: Póvoa do Varzim.
2]Era o pseudónimo de Alberto Teles, o amigo açoriano que lhe publicou os 21 primeiros sonetos, para «subsidiar um estudante pobre».
3]Cidade, H. (1988). Antero de Quental. Editorial Presença: Lisboa. Pág.14 e 15.
4]Simões, A. M. (1ª edição: dezembro:2006). Antero de Quental – Redivivo. Edição do Autor: Póvoa do Varzim. Pg.51.
5]Simões, A. M. (1ª edição: dezembro:2006). Antero de Quental – Redivivo. Edição do Autor: Póvoa do Varzim. Pg.62,63.
6]Cidade, H. (1988). Antero de Quental. Editorial Presença: Lisboa. Pág.48.
7]Consulta a 12 de março de 2014: http://literaturaacoriana.com.sapo.pt/antero.htm#VIDA_E_OBRA
8]Lopes, O., Antero de Quental   Vida e legado de uma utopia http://literaturaacoriana.com.sapo.pt/antero.htm#VIDA_E_OBRA Consulta a 13/03/2014
9]Borregana, A. Afonso, (1998). Antero de Quental. O Texto Em Análise - Ensino Secundário, Lisboa, Texto Editora. http://literaturaacoriana.com.sapo.pt/antero.htm#VIDA_E_OBRA Consulta a 13/03/2014.
10]Hartmann, filosofia que abrangia dois temas: a fundamentação do pessimismo e a conceção religiosa. A doutrina de Buda tem como base dois dogmas: reencarnação e libertação final. 
11]Peixoto, M. José e Foncesa C. (2003).Dossier Exame   Português A, 12º ano. Edições ASA.
12]SILVA, Fernando M. Soares. ANTERO de QUENTAL evolução da sua filosofia existencialista e do seu pensamento pedagógico. 1986. 189 p.
13]MONTEIRO, Adolfo Casais. ANTERO DE QUENTAL poesia e prosa. 4ª ed. Rio de Janeiro: AGIR Editora, 1972. 125p. http://www.infoescola.com/literatura/antero-de-quental-as-diferentes-faces-de-sua-poesia/ Consulta a 13/03/2014.
Ferramentas pessoais